Por que perdemos nosso foco, confiança e motivação? Uma perspectiva bem humorada.

Por que perdemos nosso foco, confiança e motivação? Uma perspectiva bem humorada.

Tempo de leitura: 8 minutos

Você está preparado para descobrir por que perdemos ao longo da vida nosso foco, confiança e motivação? Claro, por uma perspectiva bem humorada.

Nesse artigo você conhecerá:

  • Quais são as 3 notícias de impacto profundo que abalam nosso foco, confiança e motivação;

Esse texto faz parte da aplicação do Programa Humor Como Ferramenta de Trabalho. Ele é o fio da meada para eu poder te mostrar do que se trata nosso conteúdo.

O Fio da Meada

Eu duvido que você lembre do dia em que chegou a esse planeta.

Simples, por quê no dia em que você chegou a esse planeta você era muito pequeno, você  ainda era um bebê, um bebê de colo.

E a partir do momento em que você chegou a esse planeta, você iniciou um processo natural de desenvolvimento contínuo.

Esse processo na verdade começou de forma muito confortável. Simples, por que as pessoas que estão ao seu redor e não são bebês, elas percebem que você é um bebe e começam a fazer tudo, tudinho por você.

Você DEPENDE dos outros para fazer tudo, eles te alimentam, te vestem, te levam para lá e para cá e as poucas coisas que você faz sozinho elas vão lá e limpam para você. É simplesmente maravilhoso, magnífico e fantástico.

E você sem perceber, sem saber como e nem por quê faz todos ao seu redor felizes fazendo coisas muito simples como “ghui“, “prufhuuu” e “abhá“.

Rumo a INDEPENDÊNCIA

Depois de um tempo você começa a se incomodar com esse negócio de ficar no colo, e começa a crescer e as roupas começam a não servir mais em você, e a pessoa que compra tuas roupas não se conforma como a roupa de bebê é tão pequena e tão cara.

Em determinado momento você dá um passo focado, confiante e motivado rumo a sua INDEPENDÊNCIA, e começa a engatinhar.

Por quê se você soubesse ou tivesse alguma noção do que é independência, você não estaria nem tão focado, nem tão confiante e nem tão motivado.

E assim que você começa a engatinhar, você começa a descobrir o mundo, e começa a querer pegar nas coisas e as pessoas ao seu lado que não são bebês, elas começam a te ORIENTAR, e nesse momento você vai conhecer a palavra que você mais vai ouvir durante toda a sua infância: NÃO!

Não, nããão, nananinanão, não…não..não, não mee aí, não vê que eu eu estou trabalhando?

Apesar de você ouvir aproximadamente 1.324.236 vezes a palavra NÃO, as pessoas que estão ao seu redor que não são bebês, elas querem, elas insistem que a primeira palavra que você fale seja mamãe ou papai.

Elas te atormentam com essa ideia de você ter que falar mamãe ou papai.

Quando finalmente você fala Mãmã, as pessoas ao seu redor que não são bebês, elas têm uma sensação profunda de REALIZAÇÃO, de que tudo, tudo valeu a pena; a dor do parto, as noites mal dormidas, o preço das suas pequenas roupas, cada baba, cada vômito e cada caca.

Quando se entende por gente

O tempo passa e quando você se entende por gente você já está indo para a escola. Você até lembra de uma coisa ou outra de antes da época da escola, mas a maioria das suas lembranças é você já na escola.

E na escola você aprende um monte de coisas: um dia numa aula de matemática, você aprende a tabuada do 7, que não é uma notícia muito legal, outro dia numa aula de português você aprende o Pretérito Mais que Perfeito, que também não é uma notícia muito confortável. (até hoje eu me pergunto, como é que o pretérito consegue ser mais do que perfeito? Deus é perfeito, mas o pretérito é mais do que perfeito.)

E um dia, sem mais nem menos, você está lá tranquilo, rabiscando na carteira, bocejando, ou babando ou bocejando e babando ao mesmo tempo e eis que a professora de ciências te ensina que o ser humano nasce, cresce, se desenvolve, se reproduz e morre. 

E ela te dá a notícia assim que você morre, sem te preparar, sem te dar um copo d’água, sem te sentar num puff, sem fazer uma massagenzinha no seu pé, e a morte é a 1ª Grande Notícia de Impacto Profundo na sua vida.

Justamente o fato de você descobrir que vai morrer é o que faz você querer viver a vida, é o que faz você querer aproveitar a vida, é o que faz você querer fazer a vida valer a pena.

Justamente nesse ponto de como a gente faz a vida valer a pena, que a gente é um poco diferente, o que é fazer a vida valer a pena para você pode ser completamente diferente do que é fazer a vida valer a pena para mim.

E assim vivemos a vida! E mesmo sabendo que não ficaremos aqui para sempre, continuamos focados, confiantes e motivados rumo a nossa INDEPENDÊNCIA. Por quê? Por quê queremos aproveitar a vida.

O desenvolvimento contínuo, continua

O tempo passa e o seu desenvolvimento continua, a sua ânsia de independência aumenta e você percebe que o mundo não é tão colorido como as tias do prezinho te falaram.

No mundo tem gente ruim, tem inveja, tem corrupção e você começa a ficar mexido com isso e chega a se sentir traído e enganado por todas as pessoas que te falaram que a vida é boa.

E tá sujeito nessa época da vida, por volta dos 14 aos, você querer mudar o mundo. Eu já quis! Mesmo assim, você continua focado, confiante e motivado rumo a sua independência.

Mudar o mundo

Um dia , um jovem, revolta-se levanta da sua cama e decide mudar o mundo. E assim que ele decide mudar o mundo, escuta uma voz na sua consciência que diz assim: – Júnior, penteia o seu cabelo e arruma a sua cama.

O Júnior olha para mãe, desmancha ainda mais o cabelo e só com o olhar ele diz assim: – Não arrumei minha cama, mas vou mudar o mundo.

Ele dá um gole no achocolatado dele e com o bigode de Ovomaltine ele sai para a rua para mudar o mundo. E lá no mundo ele marca uma reunião de mudar o mundo junto a outro jovem que também queira mudar o mundo e eles marcam essa reunião em uma padaria.

Antes de discutir a mudança do mundo eles decidem comer alguma coisa (por quê afinal de contas mudar o mundo é coisa que dá fome), eles decidem comer uma Ruffles e beber uma Coca.

Eles juntam todo o dinheiro que eles têm e percebem que ou eles comem a Ruffles ou eles bebem a Coca, por quê para os dois o dinheiro não dá.

Por quê tem duas coisas que caracterizam os jovens: 1) Jovens querem mudar o mundo; 2) Jovens não tem dinheiro para nada. E descobrem a partir desse momento que vão ter que estudar e trabalhar que nem todo mundo faz mesmo. Essa é a 2ª Grande Notícia de Impacto Profundo na sua vida.

Conquistando a Independência

O tempo passa, você se conforma com a ideia de que vai ter que trabalhar, reúne todas as informações que você pode ter aos 17 anos, sente toda a pressão do mundo em suas costas, enfrenta o dilema de trabalhar com o que dá dinheiro, com o que ama, no mesmo ramo que papai, no escritório do titio, etc etc e etc…

Finalmente escolhe uma profissão, presta vestibular, entra numa faculdade, ou em uma escola técnica, se dedica, estuda, se forma, arranja seu primeiro emprego, recebe seu primeiro salário, o passo que faltava para a sua independência e recebe a 3ª Notícia de Grande Impacto Profundo na sua vida: o Imposto de Renda.

Você não aguenta. Você desanima. Você abandona seus ideais e perde o foco, a confiança e a motivação e dependendo do caso, tá sujeito a nunca mais encontrar de novo.

O resgate da motivação genuína

Durante boa parte da sua vida, você viveu focado, motivado e confiante e eu te garanto que as respostas para você resgatar isso estão: dentro de você!

Se você fosse capaz de resgatar a sua motivação genuína?

Se você fosse capaz de produzir resultados extraordinários sem comprometer relacionamentos?

Se você fosse capaz de enfrentar tudo com bom Humor? Com o que eu chamo de o segredo da bailarina, mesmo com o pé doendo, um sorriso no rosto!

Eu garanto! Eu garanto! Eu garanto!

O Programa Humor Como Ferramenta de Trabalho pode te oferecer as ferramentas para que tudo isso aconteça com você!

Lembre-se você nasceu sabendo fazer isso!

Acompanhe meu blog para você receber nosso conteúdo.
Um grande abraço esse é apenas o 1º artigo. Estou preparando um material formidável para você.

Se fosse te dada a missão de orientar o Projeto de Vida de alguém por onde você começaria?